Panetone Sem Glúten e Sem Lactose


Uma receita de Panetone de Aline Takano exibida na TV Globo em 10 de Dezembro de 2016 de dar água na boca que compartilho com vocês.

Ingredientes
200g de farinha de arroz
200g de fécula de batata
90g de polvilho doce (1/2 xícara de chá)
4g de goma xantana
100g de açúcar mascavo (1/2 xícara de chá)
1 colher (café) de bicarbonato
1 colher (café) de cremor tártaro
1⁄2 colher de café de sal
500 ml de água
5 ovos
200 ml de azeite
1 colher (sopa) de fermento biológico seco (1 sachê de 10 gramas)
2 colheres (sopa) de suco de limão
1⁄2 colher de chá de essência de panetone (usei de baunilha)
2 colheres (sopa) de suco de laranja
Raspas da casca de 1 laranja
Frutas cristalizadas (a gosto)
Uva passa (a gosto)
1 gema misturada com 10 g de açúcar mascavo para pincelar 

Modo de fazer

01. Numa batedeira coloque a farinha de arroz integral, a fécula de batata, o polvilho doce e a goma xantana
02. Acrescente o bicarbonato, o cremor tártaro e o sal
03. Mexa e reserve
04. Num liquidificador coloque a água, os ovos, o azeite, o açúcar mascavo e o fermento biológico seco
05. Bata até ficar homogêneo
06. Despeje na batedeira
07. Bata por alguns minutos até ficar com textura de massa de bolo
08. Adicione o suco de limão, a essência de panetone, o suco de laranja e as raspas da casca de 1 laranja
09. Bata novamente
10. Desligue a batedeira
11. Misture as frutas cristalizadas e a uva passa
12. Coloque em formas de panetone, deixando espaço para crescer
13. Deixe crescer por cerca de 20 a 30 minutos
14. Pincele o ovo misturado com o açúcar mascavo
15. Na hora de assar, coloque água morna em uma assadeira no fundo do forno para umedecer e deixar seu panetone mais fofinho
16. Ligue o forno a 150º C – 180º C e asse por cerca de 45 minutos, ou até que fique dourado

Rendmento: 2 panetones de 800 g ou 10 panetones de 150 g


Bolo de Milho


Um dos bolos mais deliciosos que tive a honra de experimentar!
Essa receita me foi passada pelo Chef Fernando, na minha última viagem de mergulho.

Sabendo da minha intolerância a Glúten, ele preparou essa delícia e pediu para avisar que estava fazendo especialmente para mim.
Todos que experimentaram, nem acreditaram que esse bolo não continha Glúten.

Obrigada Chef Fernando!

Ingredientes
- 400 gramas de milho cozido
- 300 ml de leite condensado
- 1 colher (sopa) de manteiga
- 4 ovos
- 1 xícara (chá) de amido de milho
- 1 colher (sobremesa) de fermento químico

Modo de fazer
1º - Pré aqueça o forno a 200ºC
2º - Bata no liquidificador o milho, os ovos, a manteiga, o leite condensado e o amido de milho por cerca de 5 minutos
3º - Acrescente o fermento químico mexendo delicadamente
4º - Coloque em uma forma untada com manteiga
5º - Leve para assar em banho maria por cerca de 30 a 40 minutos, ou até ficar dourado. Faça o teste do garfo.

Bom apetite!

Cravo da Índia - Para que serve e como consumir


O cravo da Índia é uma árvore nativa das ilhas Molucas, na Indonésia. Atualmente é cultivado em várias regiões do mundo, como as ilhas de Madagascar e de Granada.

Utilizado como especiaria desde a antiguidade e na fabricação de medicamentos, foi uma das especiarias mais valorizadas, no mercado do início do século XVI. Um quilo de cravo equivalia a sete gramas de ouro.

Tem sido utilizado, há mais de 2000 anos, como uma planta medicinal.
O botão de sua flor, seco, é empregado na culinária como condimento.
Os chineses acreditavam em seu poder afrodisíaco.

Seus efeitos medicinais compreendem o tratamento de náuseas, flatulências, indigestão, diarreia, tem propriedades bactericidas, e é também usado com anestésico e antisséptico para o alívio de dores de dente.

Seus benefícios se devem às suas propriedades antissépticas, cicatrizantes, antifúngicas, antibacterianas, antioxidantes, analgésicas e anti-inflamatórias. Considerado bastante eficaz contra náuseas, soluços, enjoo e vômitos. O óleo extraído do cravo da Índia, além do efeito antisséptico, auxilia na eliminação de toxinas. Seu uso é ampliado ainda como um complemento ao tratamento de bronquite, tosse e síndromes gripais.

Muitos ainda acreditam que seu consumo ajuda no processo de emagrecimento por ajudar a controlar o colesterol ruim, acelerar o metabolismo por sua ação sobre a tireóide, liberando hidrogênio, reduzindo a peroxidação lipídica, proporcionando o aumento da saliva e líquidos responsáveis pela digestão e promovendo uma rápida queima de gordura.

O cravo da Índia proporciona um melhor funcionamento do organismo sendo indicado para quem busca o equilíbrio entre boa forma e saúde.

Na medicina chinesa é considerados acre, quente e aromático, entrando no rim, baço, estômago e meridianos, e é notável na sua capacidade de aquecer o meio, qi estômago direto para baixo, para tratar soluços e fortalecer o yang do rim. O óleo de cravo é usado em várias desordens da pele, como acne, espinhas, queimaduras, irritações na pele e para reduzir a sensibilidade da pele.

Rico em nutrientes e óleos essenciais auxiliam mente e corpo. O seu principal componente ativo é o eugenol, responsável pelos seus efeitos e odor poderosos, importante anestésico local e antisséptico. Ainda é rico em sais minerais como potássio, manganês, ferro, selênio e magnésio, além de conter Vitamina A, Vitamina C, Vitamina K e beta-caroteno.

Pode ser usado internamente como um chá e topicamente como um óleo para ser aplicado a pele.

Devemos lembrar que tudo consumido em excesso tem suas conseqüências. Ele pode ocasionar irritação na mucosa da boca e o óleo pode causar irritação na pele. Além disso, é contra-indicado em gestantes ou lactantes, além de crianças menores de seis anos e pacientes com problemas gastrointestinais e doenças neurológicas.

Sugestão de uso.
Faça um chá de cravo.
Além de gostoso, pode te trazer diversos benefícios.

Ingredientes
- 1 colher (sopa) de cravo da índia
- 1 pedaço de canela em pau
- folhas secas de hortelã (a gosto)
- 500 ml de água

Como fazer
Coloque todos os ingredientes em uma vasilha e ferva por cerca de 5 minutos.
Coe antes de servir.
Pode ser consumido quente ou gelado.
Se preferir, adoce.

Bolo de Chocolate da Bárbara


Aqui vai mias uma dica da Bárbara, um Bolo de Chocolate, sem glúten e sem lactose, saudável, muito macio e saboroso.

Mas por que usar o cacau em pó no lugar do chocolate?
Muito simples.
É extremamente difícil encontrar chocolate sem glúten.
Além do do mais, o cacau em pó é isento de açúcar, menos calórico e menos gorduroso que o chocolate. Tem ação antioxidante, anti inflamatória, antidepressiva, ansiolítica e ainda diminui os riscos de doenças cardiovasculares.

Uma outra opção seria usar a Alfarroba no lugar do Cacau, o que manteria seu bolo extremamente nutritivo, saudável e saboroso, assim como na receita da Bárbara.

Referencias sobre os Benefícios do Cacau:

1. Braz. J. Food Technol., Campinas, v. 14, n. 3, p. 181-201, jul./set. 2011 DOI: 10.4260/BJFT2011140300023: Polifenóis em cacau e derivados: teores, fatores de variação e efeitos na saúde

2. SJ Crozier,  AG Preston, JW Hurst et al. Cacao seeds are a "Super Fruit": A comparative analysis of various fruit powders and products. Chem Cent J. 2011; 5: 5. 

3. R Sansone, A Rodriguez-Mateos, J Heuel et al. Cocoa flavanol intake improves endothelial function and Framingham Risk Score in healthy men and women: a randomised, controlled, double-masked trial: the Flaviola Health Study. British Journal of Nutrition (2015), 114, 1246–1255. 

4. SG Westa, MD McIntyrea, MJ Piotrowski et al. Effects of dark chocolate and cocoa consumption on endothelial function and arterial stiffness in overweight adults. British Journal of Nutrition (2014), 111, 04, 653-661.

5. Heiss C, Dejam A, Kleinbongard P, et al. Vascular effects of cocoa rich in flavan-3-ols. JAMA (2003) 290, 1030–1031.

6. Heiss C, Keen CL & Kelm M. Flavanols and cardiovascular disease prevention. Eur Heart J (2010) 31, 2583–2592.



Ingredientes
03 ovos
1 xícara (chá) de adoçante em pó
1/2 xícara (chá) de óleo
1/2 xícara (chá) de cacau em pó
1 xícara (chá) de água quente
1 xícara (chá) de farinha de arroz
1 colher (sopa) de fermento químico

Modo de fazer
Bata os ovos e o açúcar até formar um creme homogêneo
Acrescente o óleo e o cacau. Misture até dissolver o pó
Acrescente a água e misture novamente
Junte a farinha de arroz e misture bem até ficar homogêneo
Por último, junte o fermento químico e misture suavemente
Unte uma forma média com óleo, polvilhe com um pouco de pó de cacau, e leve para assar em forno pré-aquecido a 200ºC por cerca de 30 a 40 minutos. Faça o teste do palito.

Não se preocupe com o aspecto da massa, que na verdade, fica parecida com um creme.

Bom apetite!

Suco Detox Emagrecedor


Uma boa pedida para o Breakfast…
Um suco, que além de ser saboroso e nutritivo, auxilia na queima de gorduras, diminui o apetite e lhe dá mais disposição para os afazeres do dia a dia.

Rico em vitaminas A, B e C; ferro; cálcio; potássio; cloretos; fósforo; iodo; fibras, colágeno… E com pouquíssimas calorias. Cerca de 200 calorias por cada 250 ml do suco.

Importante.
Para que não se perca as suas propriedades nutrias, o suco deve ser consumido imediatamente após o seu feitio. Nunca dever ser guardado para se tomar depois.
A vitamina C ajuda na absorção do ferro, e nunca deve ser misturado a derivados do leite. O leite impede a boa absorção do ferro.


Ingredientes
Para cada 250 ml de água gelada
2 laranjas sem casca e sem semente
1 colher (chá) de hortelã
3 folhas de couve manteiga
1 colher (chá) de gengibre fresco picado
1 colher (chá) de linhaça dourada em pó
2,5 gramas de Ágar-Ágar (kenton). Meio pacote.
Adoçante a agosto. 
(Tenho usado ultimamente a sucralose - derivada da sacarose - por não proporcionar outro sabor as minhas receitas, e também, poder ser levada ao forno e fogão quando necessário, alem de não ter efeito sobre a secreção de insulina e não ser tóxica ao organismo. Não deverá ser utilizada por portadores frutosemia.)

Modo de fazer
Coloque todos os ingredientes no liquidificador e misture por cerca de 4 minutos. Adoce a gosto.
Bom Apetite!



Canjiquinha


O Milho é rico em carboidratos e fibras, é uma ótima fonte de energia e ajuda a eliminar as toxinas do corpo, melhorando o funcionamento do organismo.

Dentre os componentes do milho, destacam-se as vitaminas A, B1 e C, o magnésio e o carotenóide. Este último composto é o que traz a cor do milho e duas de suas substâncias, a luteína e a zeaxantina, auxiliam na saúde dos olhos: elas protegem a visão dos raios ultravioletas e previnem a degeneração e até a catarata.

Assim sendo, além de nutritivo, o milho previne a ação dos radicais livres; auxilia no bom funcionamento intestinal; reduz os níveis de colesterol; reduz os níveis de glicose no sangue; previne problemas cardiovasculares; é fonte de betacaroteno, fibras e vitaminas; auxilia a metabolizar gordura mais rapidamente; auxilia no tratamento de prisão de ventre, pois melhora o trânsito intestinal e acelera a digestão; a vitamina A presente no milho proporciona mais brilho e vitalidade para a pele, as unhas e os cabelos.


A canjiquinha é uma iguaria brasileira típica do estado de Minas Gerais feita a partir de milho triturado grosseiramente até se esfarelar (a ponto de não passar por uma peneira) sendo cozido com carne de porco, carne de boi, linguiça ou frango.

Subproduto do milho, alimento que serviu de base da alimentação para os maias, os incas, índios brasileiros e para muitos imigrantes europeus que vieram para o Brasil, fugidos das guerras e da vida difícil de suas terras de origem.

Os índios foram responsáveis por difundir o milho como alimentação entre os portugueses, que o popularizaram e, ao longo do tempo, tornou-se indispensável para a base da culinária brasileira.

A canjiquinha foi por muito tempo, encarada como um alimento sem valor, porque se originava das sobras do milho e para a alimentação de pessoas pobres e dos escravos à época do Brasil Colônia. Com o tempo consagrou-se como uma iguaria típica da cozinha mineira.

Normalmente é servida em prato fundo, acompanhada de couve e pimenta.

Um prato muito simples de se preparar, delicioso e barato. Com apenas uma xícara de Canjiquinha, pode-se preparar uma panelada de uma rica  nutritiva ceia para os dias de inverno.

Ingredientes
- 1 xícara (chá) de canjiquinha
- 2 litros de água para o cozimento
- 350 gramas de molho de tomate
- 500 grama de carne moída
- 1 colher (chá) de banha de porco
- 150 gramas de toucinho defumado picado ou triturado
- 5 folhas de couve manteiga picadas ou trituradas
- 1 cebola (grande) picada ou triturada
- 1 pimentão verde picado ou triturado (opcional)
- 1 colher (sopa) de gengibre picado ou triturado (opcional)
- Hortelã (opcional)
- Temperos a gosto: alho; sal; pimenta do reino; pimenta malagueta; cheiro verde; caldo de carne.


Modo de fazer
1º - Em uma panela grande e funda, coloque a canjiquinha e a água e deixe cozinhar em fogo baixo, mexendo de tempos em tempos. Se necessitar, coloque mais água.
2º - Em outra panela, coloque a banha, o toucinho e deixe fritar.
3º - Adicione a cebola e deixe dourar.
4º - Em seguida, coloque os temperos e a carne. Refogue.
5º - Coloque seu refogado junto a canjiquinha, que já deve estar cozida.
6º - Acrescente o molho de tomate, a couve, a hortelã e o gengibre. Misture bem. Acerte o tempero. E pronto.

Bom apetite!

Ágar-ágar


Descoberto, por acaso, em 1650, no Japão, o ágar-ágar é uma gelatina que alguns gêneros de algas marinhas vermelhas contêm em suas células. É extraído de algas da classe Rodophyta, dos gêneros Gelidium, Gracilaria, Gelidiela e Pterocladia, principalmente.
Atualmente essa gelatina integra diversas dietas e preparados.
É também conhecida como ágar, gelatina vegetal e Kanten. No Japão, Kanten significa céu-frio, em alusão ao antigo método artesanal de produção sob intempérie, por congelamento-descongelamento natural.

A alga Gracilária Confervoides, também conhecida como Agar Agar Nacional, possui coloração cinza e gosto acentuado em comparação ao Agar Agar Importado.

É composto primariamente do sal de um éster de ácido sulfúrico do complexo polissacarídeo, agarose-agropectina, sais de cálcio; celulose; anidrogalactose; fibras (mais de 80%) e pequena quantidade de proteínas, conseqüentemente sendo rico sais minerais (Fósforo, Ferro, Potássio, Cloretos e Iodo), arginina, histidina, isoleucina, leucina, licina, metionina, fenilalanina, treonina, valina e alanina, vitaminas A, B1, B2, C, B12 e ácido fólico.

Ele não se dissolve em água fria, mas, em água quente, se expande bastante absorvendo até 20 vezes seu próprio peso, formando assim um gel não absorvível pelo corpo humano, não fermentável e atóxico.

Propriedades
É riquíssimo em fibras e absorve até 3 vezes seu volume em água, quando ingerido.
Seu teor calórico é baixíssimo, porém, gera sensação de saciedade sem prejudicar o organismo e auxilia no processo de evacuação pois tem efeito laxativo.
Seu poder geleidificante ser dez vezes maior do que o da gelatina convencional.
Não precisa ir para a geladeira para ficar firme, não derrete à temperatura ambiente e não altera o sabor original dos alimentos.

Onde comprar
O ágar-ágar é vendido em pó ou em lâminas, em lojas de produtos naturais, orientais, ou até nas grandes redes de supermercados.

Como usar
Uma colher (chá) de ágar-ágar para cada xícara (chá) de água aquecida.
Deixe ferver por dois minutos e misture ainda quente com
Frutas frescas e suco de frutas concentrado e adoçado, para obter uma deliciosa gelatina
Como substituto da gelatina animal tradicional
Preparar sobremesas, como por exemplo, um pudim de leite condensado de geladeira, mousses, geléias, balas
Preparar um Terrine, derramando a mistura sobre um presunto.

Referencias:



Chá de ágar-ágar

Desintoxicante e hidratante atua também na pele do corpo todo, inclusive a redução de processos de celulite, evita rugas e deixa a pele mais lisa e macia e, como é atóxica, não provoca qualquer tipo de reação indesejável.
Melhora o funcionamento intestinal, melhora a absorção de nutrientes ingeridos e ainda atua na redução de peso, pela sensação de saciedade que promove.

Como fazer chá de ágar-ágar
Misture, num copo de água morna, uma colher de chá do pó de ágar-ágar e  vá mexendo até se dissolver bem.
Este chá não possui sabor algum, se preferir, acrescente alguma erva de sua preferência (opcional - alecrim, hortelã, funcho…) para proporcionar o sabor desejado.

Banha versus Óleo Vegetal


Antigamente cozinhávamos com banha de porco, e, incrivelmente, tínhamos menos problemas cardíacos que hoje.

Então, por que mudamos nossos hábitos?

No inicio do século XX propagou-se que o óleo vegetal era mais saudável do que banha. Além do óleo de soja, surgiram no mercado diversos outros óleos vegetais com a promessa de serem muito melhores para a nossa saúde. Extremamente saudáveis e muito mais seguros.

Esse mito começou a cair.
O Dr. Romualdo Lima explica: “Até 1911 não havia nenhum registro de infarto do miocárdio nos Estados Unidos, foi justamente nesse ano que se introduziu o óleo vegetal no mercado, o Dr. Paul White fez um estudo que constatou que em 1930 foram registrados 300 casos de infarto e em 1960 já eram 30,000 casos. Existem inúmeros produtos no mercado que afirmam ser ‘saudáveis’, mas a verdade por trás de cada produto é revelada lentamente, ao longo do tempo, quando estes produtos começam a afetar a sua saúde, e as revelações são feitas quanto à salubridade real de um determinado produto.”

O óleo vegetal, quando aquecido, libera um grande número de compostos tóxicos para nossa saúde, radicais livres, que são cancerígenos, quando consumido por um determinado período de tempo.
A banha, no entanto, atinge a temperatura certa para fritar alimentos muito mais rápido, por isso vai cozinhar mais rapidamente e a comida acaba sendo muito mais saudável.

A banha contém principais nutrientes que são benéficos para a saúde, como vitaminas B e C, além de minerais como fósforo e ferro. Uma coisa notável é que ela é isenta de açúcar, tornando-a excelente para as pessoas com diabetes; também contém uma baixa quantidade de sódio.

A indústria dos óleos vegetais criou um mito sobre a gordura animal pregando que ela seria maléfica para nosso organismo, por se tratar de gordura saturada. Na verdade, a banha tem uma composição perfeitamente balanceada com cerca de 40% de gordura saturada e 45% de gordura monoinsaturada.

A gordura animal é saudável para as suas artérias, além de ser nutritiva e causar mais saciedade por ter a digestão mais demorada. Não podemos dizer o mesmo sobre os óleos vegetais. As gorduras que até pouco tempo nos vendiam como ‘gorduras saudáveis’ não são tão saudáveis assim. Aliás, os óleos vegetais, quando aquecidos, não são nada saudáveis. Quando sofrem a ação do calor eles são extremamente tóxicos e inflamatórios para o seu organismo. Então, se for utilizar óleo vegetal, utilize-o na salada.

A extração dos óleos vegetais envolve solventes, calor e pressão, o que faz com que o óleo saia escuro. Então é necessário mais uma série de processos químicos para clarificar e a refinar esse óleo.

Quando se cozinha com óleos vegetais, ele se oxida a medida que esquenta e interage com o oxigênio. Esse óleo gera colesterol oxidado que atua como um radical livre no corpo. O colesterol oxidado está diretamente ligado às doenças cardíacas. A cada vez que reutiliza esse óleo, o ponto de queima se torna menor, ou seja, mais tóxico e perigoso ele se torna.

Estes óleos também podem estar contaminados com pesticidas e agrotóxicos. Podem ser produzidos de grãos transgênicos. Podem conter gordura trans.

Gorduras de origem animal (banha, sebo, gorduras de pato e ganso) e de fontes vegetais (azeitonas, coco, linhaça) fornecem ao nosso organismo,  ácidos graxos importantes para manter os ossos saudáveis, auxiliando a absorção de cálcio, e para reforçar o sistema imunológico. Gorduras modificadas tecnologicamente não têm esses benefícios.

A questão de escolher quais as gorduras a consumir é muito importante e, é fundamental estudar as pesquisas sobre gorduras tradicionais.


Referências

Como Escolher Melancia


Essa semana me perguntaram no supermercado como escolher uma melancia.
Nunca havia parado para pensar no assunto, então resolvi fazer uma pesquisa.
Me surpreendi com os resultados…
Não é tão difícil como eu pensava, e nem tão complicado saber se ela está madura sem tocá-la. Basta observá-la para descobrir se está ou não doce e suculenta.

A planta é rasteira e anual com folhas triangulares e trilobuladas e flores pequenas e amareladas, gerando um fruto arredondado ou alongado, de polpa vermelha, suculenta e doce, com alto teor de água (cerca de 90%) e diâmetro variável entre 25 e 140 cm. Em seu processo de crescimento e amadurecimento, o fruto toca o solo.
Sua composição, além do alto teor de água, inclui carboidratos, vitaminas do complexo B e sais minerais, como cálcio, fósforo e ferro.

Para escolher a melhor melancia

1 - Analise a cor da melancia
A melancia madura possui a casca verde  com estrias verde escuras. quanto mais fosca, mais madura. Evite as melancias de casca brilhante.

2 - Analise as manchas na casca deixadas pelo solo
A mancha amarela mostra o lugar em que a melancia tocava o solo, enquanto amadurecia. A melancia madura deve ter uma mancha de cor amarelo escura ou até mesmo amarelo alaranjada, mas não branca. Quanto mais escura a mancha, mais saborosa ela vai estar.
3 - Observe o chamado desenho da rede na fruta
Estas manchas reticulares na casca da melancia indicam que as abelhas tiveram muito contato com a fruta, durante a polinização. Quando mais polinizada tiver sido, quanto mais desenho de rede, mais doce será a melancia.

4 - Observe o Cabo da melancia
Um cabo seco sempre indica que a melancia está madura. Se o cabo estiver verde, a fruta ainda não atingiu a maturidade necessária.

5 - Observe o formato da melancia
A melancia alongada, “macho”, é aguada, sem sabor.
A melancia arredondada, “fêmea”, é mais doce e saborosa.

Agora você não vai mais precisar bater na fruta ou sentir seu peso para saber se ela está do jeito que gosta.




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Escondidinho Invertido


O Escondidinho é um prato bastante popular no Brasil.
Sua origem é bastante controversa. Uns acreditam que a receita tenha sido criada em Pernambuco. Outros, que o prato tenha origem na culinária portuguesa.

A ideia é simples. Um recheio escondido entre um purê. A princípio de mandioca, também chamada em algumas regiões do Brasil de macaxeira ou aipim. Com o tempo foi ganhando novas versões. Hoje muito encontrado com purê de batata inglesa ou batata baroa.
O recheio também ganhou várias versões. Da tradicional carne seca, passando por carne branca como o frango desfiado, frutos do mar, linguiça, carne de cordeiro e carne moída.

No Escondidinho invertido, o purê fica por baixo do recheio, na forma de uma massa a base de batata, e sobre o recheio, queijo ralado, cebola e ervas.

Uma receita prática e extremamente saborosa.

Ingredientes para o purê
- 3 a 4 batatas inglesas cozidas e amassadas
- 2 colheres de manteiga
- 3 ovos inteiros
- 200 ml de creme de leite
- Sal e Pimenta do Reino (a gosto)


Modo de fazer
1º - Misture todos os ingredientes, tendo o cuidado de deixar a batata esfriar antes de se misturar os ovos.
2º - Acerte o tempero (sal e pimenta do reino)
3º - Unte um refratário, despacha a massa, e leve ao forno a 200ºC por cerca de 20 minutos.

Prepare o recheio de sua preferencia.
Sugestões:
1 - Carne de sol desfiada com cubos de cebola e alho
2 - Frango desfiado com cubos de cebola, alho, sal e ervas
3 - Frutos do mar com cubos de abacaxi e coentro
4 - Carne moída com bacon, cubos de cebola, alho, sal, pimenta calabresa e cheiro verde
5 - Linguiça calabresa sem glúten com cubos de cebola e cheiro verde
6 - Sardinha com cubos de cebola, cubos de abacaxi, alho, sal e pimenta malagueta
7 - Bacalhau desfiado com cubos de cebola, pimentão, tomates picados, azeitonas sem caroço e ovos cozidos fatiados

4º- Retire a massa do forno e cubra com o recheio
5º - Cubra com cebolas fatiadas, queijo ralado, orégano ou chimichurri, pimenta calabresa, azeite.
6º - Leve ao forno para gratinar

Dicas para os intolerantes a proteína do leite ou lactose:
1ª - A manteiga pode ser substituída por 1/2 xícara de óleo vegetal ou 2 colheres de banha de porco.
2ª - O creme de leite pode ser substituído por 150 ml de água fria.
3ª - Pode substituir o queijo ralado pelo requeijão sem queijo.

Bom Apetite!

Pão da Bárbara - Sem Glúten e Sem Lactose


A Bárbara é uma grande amiga e colaboradora com quem troco idéias de receitas parra pessoas com intolerância a Glúten e a Lactose, inclusive, intolerância a proteína do leite.

Ficamos por muito tempo experimentando um pão de sal que ficasse gostoso e macio.

Depois de grandes tragédias culinárias, chegamos a uma receita que prática, barata e não tão complicada.

Vamos lá!

Ingredientes
- 2 ovos inteiros
- 2 xícara (chá) de farinha de arroz
- 1 xícara (chá) de tapioca
- 1 xícara (chá) de fécula de batata
- 1 colher (chá) de sal marinho
- 1 colher (chá) de sal amoníaco
- 1 colher (chá) de vinagre de maçã
- 1 colher (sopa) de goma xantana
- 1 colher (sopa) de goma guar
- 2 colheres (sopa) de açúcar
- 350 ml de água morna
- 3 colheres (sopa) de banha de porco
- 20 gramas de fermento biológico seco

Recheio opcional: frutas cristalizadas, nozes, castanhas, lingüiça calabresa sem glúten, cheiro verde, chimichurri, bacon em cubos…

Como fazer
1º - Em uma vasilha, misture as farinhas, as gomas, o açúcar, o fermento e os ovos
2º - Acrescente a banha e a água morna, misture e sove a massa
3º - Acrescente o sal marinho, o sal amoníaco e continue sovando a massa

Observação: essa massa não fica como a massa de pão com trigo, fica um tanto quanto “grudenta” mesmo, agarrando em seus dedos.

Agora é a hora de se colocar os recheios, opcionais, e continuar a sovar, até que fique bem homogênea.

4º - Unte uma ou mais formas de pão com banha de porco e coloque a massa.

Atenção: a massa cresce bastante. Então, coloque massa no máximo até a metade de cada forma.

5º - Com a mão umedecida em água, ajeite e espalhe a massa na forma. 
6º - Depois, passe uma fina camada de banha derretida na parte de cima para proporcionar cor a seu pão.
7º - Cubra com um pano úmido e deixe a massa crescer.

Dica: Pré-aqueça o forno, coloque um tabuleiro na parte de baixo com água, deslique o forno e então coloque a massa para crescer por cerca de uma hora. A massa dobra de volume.

Assando o pão:
1º - Retire a forma de pão do forno onde ela estava descansando, cubra com papel alumínio e deixe assar em forno alto por cerca de 30 minutos, para o pão assar por dentro.
2º - Retire o papel alumínio e deixe assando por mais cerca de 30 minutos, até seu pão ficar corado.

Somente retire o tabuleiro com água do fundo do forno após terminar de assar seu pão.

Bom apetite!

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